01)
OBJETIVO DO TEXTO: Este texto examina a disputa entre o empirismo
(Bacon, Locke, Berkeley, Hume, Mill) e o racionalismo clássico ou
intelectualismo (Descartes, Spinosa e Leibniz) na questão da origem do
conhecimento -- onde a primeira escola pensa que está na observação,
enquanto a outra pensa que está na intuição intelectual de idéias
claras e distintas. Através desse exame, Popper tentará demonstrar as
semelhanças entre as duas escolas e seus respectivos erros, mostrando
que nem a observação nem a razão podem ser consideradas fontes do
conhecimento.
02) RELAÇÃO ENTRE EPISTEMOLOGIA E VIDA COTIDIANA:
Segundo Bertrand Russell (confirmado por Popper), a epistemologia tem
implicações práticas para a ciência, para a ética e mesmo para a
política, pois o relativismo epistemológico e o pragmatismo
epistemológico, ambos estão ligados a idéias autoritárias e
totalitárias. Contrapondo-se a esse pensamento há uma doutrina chamada
impotência filosófica, que se constitui basicamente na afirmação da não
influência na vida prática pela filosofia; o que, definitivamente, não
corresponde aos fatos, pois que idéias filosóficas já mudaram muito o
mundo.
03) OTIMISMO EPISTEMOLÓGICO E PESSIMISMO EPISTEMOLÓGICO: Otimismo
epistemológico: acredita no poder do homem de discernir a verdade e
adquirir conhecimento. Ele se baseia na tese de que “a verdade é
evidente”, de que podemos vê-la e distinguí-la da falsidade, sendo dois
grandes expoentes Bacon e Descartes, que defendiam, ambos, que,
através de algum meio (observação para o primeiro e intuição
intelectual para o segundo), poderiam “distinguir a verdade da
falsidade, recusando-se a aceitar qualquer idéia que não seja clara e
distintamente percebida pelo intelecto.”
Pessimismo epistemológico: Não há verdade objetiva ou discernível e
está ligado à doutrina da depravação do homem, tendendo a criar um
autoritarismo que seria capaz de salvar o homem do seu próprio mal e
loucura. Contrastes: Enquanto no pessimismo deseja-se uma autoridade
tradicional para escapar do caos pela falta de objetividade; o otimismo
(racionalista e empirista) reivindica o direito da razão e do
empirismo de criticar qualquer autoridade.
04) INFLUÊNCIAS VIVENCIAIS NA CONCLUSÃO: Como
Popper rejeita algumas teorias epistemológicas de tendência liberal,
afirmando, assim, que não necessariamente ideais e esperanças
influenciam na conclusão a ser tomada. Sugere, para evitar essa
influência, que comecemos criticando nossas crenças mais enraizadas.
05) DOUTRINA DA VERDADE EVIDENTE E TEORIA DA CONSPIRAÇÃO: Doutrina da
verdade evidente: [Já explicado no tópico otimismo epistemológico do
item 03] Veracitas Dei (Descartes): A autenticidade do deus perfeito (e,
portanto, não enganador) de Descartes torna a verdade evidente.
Veracitas Naturae (Bacon): Quem ler o livro aberto da natureza com a
mente pura, não o interpretará erradamente. [Bacon substituiu o deus
cartesiano pela natureza] Motivo do erro: A pureza de nossa mente é
pervertida por uma série de preconceitos advindos da educação e da
tradição. Teoria da conspiração: Advinda da visão otimista de que a
verdade é evidente, acredita em situações como: uma “conspiração da
imprensa capitalista que perverte e suprime a verdade, incutindo falsas
ideologias no espírito dos trabalhadores.”
A dizer: se não conseguimos acessar a verdade é porque ela foi
suprimida maliciosamente. Refutação de Popper: “Verdade evidente” ou
“teoria da conspiração” são ambas falsas, pois crenças errôneas, como
as duas citadas, sobreviveram por muitíssimos anos, desafiando a
experiência. [Embora falsas, as visões de Bacon e Descartes foram
responsáveis por uma revolução intelectual que injetou na mente humana o
mote: “O homem pode conhecer: logo pode ser livre”. E isso mudou todo um paradigma científico-cultural.]
06) CONSEQÜÊNCIAS DESASTROSAS DO OTIMISMO EPISTEMOLÓGICO: A teoria da
verdade evidente pode levar ao fanatismo, pois quem luta contra a
verdade, neste pensamento, é porque a teme, daí, então, um herege. O
autoritarismo, em grau mais fraco que o pessimismo, pode ser uma
conseqüência dessa teoria também, pois que a verdade evidente precisa
de constantes interpretações e reinterpretações, e para isso seria
necessário que uma autoridade se pronunciasse diariamente estabelecendo
a evidência da verdade. E são epistemólogos desse grupo que,
decepcionados, formarão a teoria pessimista da epistemologia.
07) O CONHECIMENTO NOS GREGOS, PRINCIPALMENTE EM PLATÃO: Sobre a fonte
do conhecimento nos gregos, devemos começar com os poetas (como Homero e
Hesíodo), que afirmavam as musas como origem divina de seus
conhecimentos que garantiria a verdade deles. Os filósofos Heráclito e
Parmênides também são conhecidos por remeterem a origem de seus
conhecimentos aos deuses de alguma forma. O primeiro era dito que falava
possuído por Zeus (fonte de toda sabedoria), e o segundo, por sua vez,
dizia ser inspirado pela deusa Diké (guardiã da verdade). Pontos em
comum [Parmênides e Descartes]: -Necessidade de recorrer apenas ao
intelecto para se saber a verdade. -E, fisicamente, a impossibilidade de
vazio absoluto. Platão, no Íon, já diferencia a inspiração divina das
origens divinas do conhecimento e distingue origem de veracidade. Cria,
ele, duas epistemologias, a dizer, uma otimista (teoria da anamnesis) e
uma pessimista (analogia da caverna) nesta ordem: Anamnesis: Nossa
alma imortal, enquanto no mundo das idéias, é onisciente e da mesma
natureza que todas as outras coisas, portanto já as sabemos, contudo as
esquecemos ao nascer; e daí, ao entrar em contato com a verdade,
prontamente a reconhecemos. Por isso, todo homem pode conhecer. [a
origem da ignorância é a queda do estado de graça] Analogia da caverna:
Mostra que apenas alguns poucos, pelas dificuldades inerentes ao
processo de compreensão, conseguem atingir o estado divino de episteme.
Essa teoria tem conseqüências autoritárias e tradicionalistas (Cf.
Leis). Pontos em comum [anamnesis e verdade evidente]: -Impossibilidade
de não reconhecimento da verdade se vista (verdade como algo
manifesto). -Anamnesis é a raiz do cartesianismo. Relações [Teoria do
conhecimento e política]: -Anamnesis resulta num racionalismo utópico,
antiautoritário, do tipo cartesiano. -Analogia da caverna resulta em um
tradicionalismo autoritário. Pontos em comum [Analogia da caverna,
Parmênides e Xenófanes]: -Quando o conhecimento é humano, nunca é certo.
08) SOBRE A ANAMNESIS DO MENO DE PLATÃO: A anamnesis contém as sementes
do intelectualismo de Descartes, da teoria da indução de Aristóteles e
a de Bacon. [indução (Aristóteles/Bacon): 1.ato de inferir leis
universais de casos particulares observados; 2.método para
intuir/perceber a essência das coisas. “O Resultado de uma indução – a
intuição de uma essência – deveria ser expressado pela definição daquela
essência”(Aristóteles)]
A maiêutica socrática é de muita utilidade para ajudar na anamnesis
(da mesma forma que a segunda definição de indução), pois que purga a
alma de preconceitos, fazendo-nos colocar em dúvida nossas próprias
convicções, e assim, se aproxima da dúvida cartesiana, que usa o
processo socrático para estabelecer critérios de verdade e obter
sabedoria; enquanto, essa última, para Sócrates, consiste na percepção
das nossas limitações em matéria de conhecimento.. A maiêutica pode
também ser vista como a segunda definição de indução de Aristóteles ou
ainda como uma parte fundamental da indução de Bacon.
09)A TEORIA DA INDUÇÃO DE BACON: Métodos de Bacon: Interpretatio
Naturae [método verdadeiro]: Interpretação do livro da natureza, no
sentido de “a verdadeira leitura do livro aberto da natureza”, nunca à
luz de causas não evidentes ou hipóteses. Anticipatio Mentis [método
falso]: Preconceito ou superstição da mente ao prejulgar a natureza,
que, segundo Bacon, leva a uma interpretação imprópria da natureza.
[Método da conjectura ou hipótese => Método defendido por Popper]
Devemos nos purificar através da eliminação dos preconceitos,
antecipações e conjecturas, para que interpretemos o livro da natureza
adequadamente, sem distorções na observação, pois que se não se torna
fonte de ignorância.
10) DOUTRINA DA FALIBILIDADE HUMANA: Bacon e Descartes, por mais que
tenham sido antiautoritários em relação ao conhecimento vigente em suas
épocas, tinham suas epistemologias ainda muito ligadas à autoridade da
natureza e dos sentidos no primeiro; e de deus e do intelecto no
segundo. Mas não responderam a questão de “como podemos admitir que
nosso conhecimento é humano... sem aceitar por implicação, ao mesmo
tempo, que ele é feito de arbitrariedade e caprichos individuais?”. Os gregos e os humanistas,
esses, já nos disseram: “devemos perceber que todos somos falíveis e
podemos errar”; o que implica a idéia de “verdade objetiva” como padrão
para avaliar o que é falso. Esses últimos, os humanistas, tomaram a
doutrina da falibilidade humana (o que os gregos e humanistas nos
disseram) como base para a pregação da tolerância. Essa teoria foi
adotada como base para a liberdade política de coerção.
11) ERRO: CULPA HUMANA: Bacon e Descartes culparam o ser humano pelos
erros, dividindo-o em uma parte superior, fonte do conhecimento
verdadeiro, consistindo dos sentidos para o primeiro e do intelecto
para o segundo; e uma parte inferior, fonte das opiniões, dos erros e
da ignorância. Refutações: -Contra Descartes: Sua física estava errada,
embora se baseasse, segundo ele, em idéias claras e distintas; o que
as obrigaria a serem verdadeiras, e esse não é o caso. -Contra Bacon:
Como diziam muitos dos antigos gregos: “os sentidos não são
confiáveis”. Justificação fenomenologista/positivista: Os sentidos não
erram, mas nós podemos interpretar o dado sensível erroneamente. O erro
na tradução em uma linguagem convencional demonstraria o defeito da
linguagem e o acúmulo de preconceitos nela, o que lhe incutiria a culpa
dos erros. Mas como ela incorpora a sabedoria e a experiência das
gerações passadas, voltamos, nós, a sermos os culpados. Por isso
sugere-se que nós que devemos utilizá-la mal, o que facilita a
sustentação da autoridade divina de uma fonte pura de conhecimento, mas
apenas na medida em que amplia-se a distância entre o homem e essas
fontes. Tal oposição baconiana origina-se nos gregos, em sua oposição
entre natureza e convenção ou mesmo (em Platão) a oposição entre
verdade divina e erro humano. A divindade da natureza e o erro humano
(proposto por Bacon) por culpa das convenções humanas, foram idéias que
muito influenciaram diversos setores da sociedade.
12) A VERACIDADE DAS PROPOSIÇÕES E SUA ORIGEM: O sentido das palavras e
sua origem: Logicamente: As palavras são símbolos, cujos significados
foram definidos numa convenção primária. Psicologicamente: As palavras
são símbolos, cujos significados se dão no uso. O aprendizado se dá ao
aprendermos as palavras pela primeira vez. Em ambos os casos aprendemos
as significações corretas de um símbolo através de uma autoridade que
já tinha o conhecimento da linguagem; e nisso há preocupação com a
origem. Enquanto nas assertivas factuais a compreensão de algo pode ter
sido falsa desde a origem. Essencialismo: Teoria que vincula a
significação e a verdade. Em Aristóteles e outros essencialistas as
definições constituem princípios basilares de qualquer demonstração,
fundamentando toda a ciência. [definição: 1.afirmativa da natureza das
coisas; 2.indica o sentido de um termo] As definições, no entanto, não
contribuem em nada para conhecimento factual da natureza (pois que são
tautológicas) e podem ser modificadas por convenções; o que quebraria o
vínculo até aqui exposto pelo essencialismo entre origem e verdade.
13)
ATAQUE DE POPPER AO EMPIRISMO: Questões ao empirismo: -É a observação
origem de nosso conhecimento? -Se não, qual seria? Popper pensa que as
indagações que nos fazemos sobre a origem do conhecimento
(justificações para afirmativas) são insatisfatórias e não
necessariamente se baseiam na observação, já que muitas afirmativas se
baseiam na leitura de jornais, periódicos científicos e outros. O
empirista perguntaria de onde, como, os periódicos (ou outros) teriam
obtido a informação. E ele próprio responderia que, através dessa
seqüência, chegaríamos a algum relato das observações de testemunhas.
Refutações: -Para verificar a veracidade de uma notícia um investigador
não se preocupa com as origens daquela nem com o relato de observação
de testemunhas, mas se focará no próprio fato que foi afirmado. -Se o
investigador seguir os passos do empirista, sempre chegará a perguntas
“a respeito das fontes dos elementos do seu conhecimento que não derivam
imediatamente da observação direta”,
como as relativas à memória e afins. Essa situação leva a um regresso
ao infinito. Sendo assim, o conhecimento fundamentado na pura
observação (se é que existe) é infértil, pois sempre interpretamos, ao
observar, à luz de nosso conhecimento teórico. A história, como um caso
especial, nos leva às fontes, que poderiam ter sido distorcidas ou nem
serem genuínas; contudo não nos leva aos relatos de observação. E
mesmo se levassem, temos muitos casos de testemunhas se enganando no
tribunal. O problema quanto a validade da história nos leva à questões
como: “se podemos aceitar o testemunho unânime dos historiadores ou se
esse testemunho deve ser rejeitado por apoiar-se em fontes comuns mas
espúrias”.
14) AS FONTES DO CONHECIMENTO E SUA VALIDADE: Segundo Popper, existem
muitas fontes de nosso conhecimento (como revistas, periódicos e
enciclopédias), embora nenhuma delas tenha autoridade. E esse é o
problema das escolas que afirmam a teoria da fonte do conhecimento como
legitimadora para validar uma afirmativa. Dessa forma, a questão do
empirista sobre (Z)“qual a fonte de uma afirmativa?” é mal formulada e
solicita uma resposta autoritária.
15) O RACIONALISMO CRÍTICO: A disputa entre racionalismo e empirismo em
relação à resposta da questão (Z), a dizer, o intelecto ou os sentidos
respectivamente, leva a pensamentos autoritários, justamente como a
questão política “quem deve governar?”. Ambas estão enunciadas de forma
errada e levam a respostas paradoxais. Popper sugere a não existência
dessa fontes, já que elas podem, em alguma situação, nos induzir ao
erro; e sugere também uma nova pergunta para substituir a questão (Z):
(Y) “De que forma podemos esperar a identificação e eliminação do erro?”,
para que não confundamos a origem do conhecimento com sua validade.
Resposta a (Y): Com a visão do racionalismo crítico, ou seja, através
de formulações de testes experimentais e críticas a teorias e opiniões
alheias e, se possível, às nossas também. [No caso da história, suas
fontes (não finais) entram também na discussão crítica da validade.]
Popper fala de seu racionalismo crítico como um toque final na
filosofia crítica de Kant, já que este último não abordou em sua
epistemologia o princípio de autonomia de sua ética de que não devemos
aceitar a ordem de uma autoridade como base para a moral; e no caso
específico da epistemologia, como base para o conhecimento, segundo
Popper.
16) RESULTADOS EPISTEMOLÓGICOS DA PRESENTE DISCUSSÃO: Não existem
fontes últimas do nosso conhecimento; as que existem estão abertas ao
exame crítico. A questão epistemológica possível é se a afirmativa
concorda com os fatos (examinando-se os próprios fatos), e não se a
fonte é verdadeira. Devemos verificar se nossas teorias são coerentes
com nossas observações. A tradição é a mais importante fonte de nossos
conhecimentos, além daquele que é inato. A tradição nos possibilita o
conhecimento, embora ela também possa ser criticada e abandonada, se
preciso for. A importância de uma descoberta está no seu poder de
modificar as teorias precedentes. O conhecimento vem dessa modificação,
não da observação. Não temos critérios de verdade, mas temos alguns
critérios que podem nos mostrar o erro e a falsidade. A observação e a
razão não são autoridades, servem apenas para o exame crítico das
conjecturas apresentadas com as quais exploramos o desconhecido. As
palavras só servem para formular teorias. Os problemas de linguagem
devem ser sempre evitados. Soluções para problemas levantam outros
problemas. Fonte da ignorância: o fato de nosso conhecimento ser sempre
finito e nossa ignorância infinita (exemplo disso é olharmos para a
vastidão do universo). Enquanto somos diferentes em matéria do que
conhecemos, somos sempre iguais em matéria de ignorância. O estado de
ignorância conhecida, a dizer, o estado a que leva a maiêutica
socrática, pode nos levar à resolução de muitas de nossas dificuldades.
17) UMA ÚLTIMA QUESTÃO: Questão: Há alguma idéia verdadeira nas teorias
sobre a fonte última do conhecimento? Exame de duas idéias advindas
das teorias sobre a fonte última do conhecimento: (A) Precisamos
justificar nosso conhecimento por razões positivas. Objeção popperiana:
Isso implica que apelemos “para uma fonte última ou autoritária de
conhecimento verdadeiro;[...] que pode ser humana (como a observação e a
razão) ou sobre-humana (e portanto sobrenatural)”
(B) Nenhum homem pode estabelecer a verdade por decreto. Aquiescência
popperiana: Devemos nos sujeitar à verdade, pois ela está acima de
qualquer autoridade humana. (A) ∩ (B): As duas em conjunto quase nos
levam a teorias autoritárias e coercitivas, donde nossa fonte do
conhecimento viria de algo sobrenatural.
CONCLUSÃO POPPERIANA (o que devemos fazer): “Se admitimos que em toda
província do conhecimento não há qualquer autoridade que possa escapar à
crítica, [...] poderemos reter sem perigo a idéia de que a verdade
está situada além da autoridade humana”, que seria aquilo que nos dá padrões objetivos para nossa obtenção de conhecimento.
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POPPER, Karl. Conjecturas e Refutações. Tr.: Sérgio Bath. Brasília: UnB. 1982. P. 33
POPPER, Karl. Conjecturas e Refutações. Tr.: Sérgio Bath. Brasília: UnB. 1982. P. 35
POPPER, Karl. Conjecturas e Refutações. Tr.: Sérgio Bath. Brasília: UnB. 1982. P. 33
POPPER, Karl. Conjecturas e Refutações. Tr.: Sérgio Bath. Brasília: UnB. 1982. P. 40
POPPER, Karl. Conjecturas e Refutações. Tr.: Sérgio Bath. Brasília: UnB. 1982. P. 43
Os gregos são Xenófanes, Demócrito e Sócrates e os humanistas são
Nicolau e Erasmo, Montaigne, Locke e Voltaire, John Stuart Mill e
Bertrand Russell.
POPPER, Karl. Conjecturas e Refutações. Tr.: Sérgio Bath. Brasília: UnB. 1982. P. 51
POPPER, Karl. Conjecturas e Refutações. Tr.: Sérgio Bath. Brasília: UnB. 1982. P. 52
POPPER, Karl. Conjecturas e Refutações. Tr.: Sérgio Bath. Brasília: UnB. 1982. P. 53
POPPER, Karl. Conjecturas e Refutações. Tr.: Sérgio Bath. Brasília: UnB. 1982. P. 58
POPPER, Karl. Conjecturas e Refutações. Tr.: Sérgio Bath. Brasília: UnB. 1982. P. 58
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