quinta-feira, 13 de agosto de 2015

A vocação literária de Frei Betto

Conhecido por sua atuação política contra o regime militar, o autor de "Batismo de sangue" fala de literatura, política e critica os desvios de rota do PT

Manuel da Costa Pinto
Prestes a completar 71 anos e com sessenta livros publicados, Frei Betto descobriu o amor pela escrita muito cedo, quando suas redações escolares (ou composições, como se dizia à época) fizeram os professores identificarem seu talento – mas só se tornou um autor “graças aos generais brasileiros”.
Integrante da Ação Católica, grupo que se opunha ao regime militar, Carlos Alberto Libânio Christo foi preso duas vezes: em 1964 e no período 1969-1973, quando estava no Rio Grande do Sul e participava de uma rede clandestina formada pelos dominicanos para apoiar os insurgentes.
Dessa segunda experiência, resultaram dois livros de cartas, atualmente reunidas num único volume intitulado Cartas da prisão. Começava a se desenhar aí o perfil do religioso e militante que publicou vários títulos de caráter memorialístico – entre eles, Batismo de sangue, que narra os episódios que levaram ao assassinato do ativista Carlos Marighella e que daria origem ao filme homônimo de Helvécio Ratton.
O cruzamento de atuação política com religião aproximaram Frei Betto do cristianismo progressista dos dominicanos e da teologia da libertação, mas jamais sufocaram sua verdadeira vocação – a literatura. Vocação que foi alimentada pela mãe, Maria Stella Libânio Christo, cristã progressista e autora de livros sobre culinária (entre eles, o clássico Fogão de lenha), e pelo pai, Antônio Carlos Vieira Christo, advogado, cronista e ferrenho anticlerical, que chorou copiosamente quando soube que o filho ia ingressar na ordem dos dominicanos, mas que mais tarde se tornaria “fã da teologia da libertação, de D. Pedro Casaldáliga”, segundo Frei Betto.
Na entrevista a seguir, concedida no convento dos dominicanos, no bairro paulistano de Perdizes, o autor de Minas do ouro fala da preocupação de dissociar a ficção das questões ideológicas – que continuaram presentes em suas intervenções públicas, levando-o a participar do programa Fome Zero, durante o governo Lula, mas não o impedindo de ser um crítico dos desvios de rota do PT e da timidez da esquerda.
CULT – Quando a literatura e a escrita aparecem na sua vida?
FREI BETTO Comecei a escrever muito cedo. Sempre conto que, aos oito anos, quando estava no grupo escolar, minha professora, Dercy Passos, entrou na sala com um maço de composições (belo nome que se usava então para as redações) e, ao fazer a correção, deixou a minha por último. No fim, disse à classe: “Vocês deveriam fazer como Carlos Alberto; ele escreve as próprias composições, não pede para os pais fazerem por ele”. Aí meu ego bateu lá em cima… E mais tarde, no primeiro ano de ginásio, no Colégio Marista, meu professor de português me chamou e disse: “Você só não será escritor se não quiser”.  Só que, para mim, ser escritor era coisa de outro mundo, para gente muito erudita. Foi daí que me meti no jornalismo. Comecei, em 1966, por onde muitos almejavam concluir carreira: a revista Realidade.
Mas só me tornei autor graças aos generais brasileiros, ao escrever Cartas da prisão – que foram publicadas primeiramente no exterior [com outros títulos e em volumes separados], primeiro na Itália, em 1971, em seguida na França e em outros países. Depois, em 1977, saíram no Brasil.
CULT A experiência política marcou muito sua literatura. Em que momento surge uma ficção “pura”, sem essa preocupação?
FREI BETTO A militância me dificultou muito na ficção, que é o que mais gosto de fazer. Tive de lutar para me desfazer dessa camisa de força. Meu primeiro romance foi O dia de Ângelo, onde ainda havia essa camisa de força, tinha um pouco das minhas experiências em celas solitárias. Depois vieram Hotel Brasil e Minas do ouro – em que me soltei mais.
CULT Essa mudança coincide com o período posterior à queda do muro de Berlim, quando as grandes questões ideológicas declinam. É só depois disso, por exemplo, que você escreve Hotel Brasil, um romance policial. Há alguma relação?
FREI BETTO Até onde consigo enxergar conscientemente, queria enfrentar o desafio de fazer um policial – duplo desafio de criar a ficção e o mistério, conduzir o leitor até o fim sem que ele descubra quem é o assassino. Foi isso que passou na minha cabeça. Não tive a consciência de que, com a crise das ideologias, iria fazer literatura “pura”.
Reservo 120 dias do ano só para escrever. Não são dias seguidos, mas são sagrados. E muitas vezes estou fazendo ficção e fico árido; daí, inevitavelmente, leio Machado de Assis. Ele me reaquece, provoca minha inventividade. Fui um leitor voraz de Jorge Amado e Erico Verissimo, de quem era amigo e que me ajudou a montar uma biblioteca na penitenciária em que estive preso – e fui muito marcado pela literatura francesa, Camus, o Sartre do teatro e de A náusea.
CULT Falando em Jorge Amado e Sartre, que eram escritores muito engajados, como você avalia a esquerda de hoje?
FREI BETTO A esquerda hoje é uma raridade. Conheci muito intimamente o mundo socialista, na Nicarágua, depois em Cuba, onde durante dez anos, entre 1981 e 1991, fiz um trabalho institucional de reaproximação entre Igreja e Estado. Com a queda do muro de Berlim, a esquerda acadêmica, que nunca teve um trabalho popular, foi cooptada pelo neoliberalismo, a ponto de hoje acontecer uma enorme crise econômica na Europa Ocidental e não haver qualquer proposta de esquerda.
O principal problema filosófico hoje é a desistoricização do tempo. Isso se reflete na esquerda mundial, que está perdendo o horizonte histórico (não tem utopia, não tem projeto), e também no plano pessoal – a dificuldade de se ter projeto pessoal na vida profissional, artística, afetiva (todos ficam vulneráveis a qualquer dificuldade na relação conjugal).
Isso está nos levando à falta de esperança, e faz com que a discussão política desça do racional ao emocional. Sempre participei de discussões políticas e nunca vi nível de animosidade tão forte como agora, porque se apagou o horizonte histórico.
Não é fácil ser de esquerda em um mundo tão sedutor quanto o do capitalismo neoliberal. Daí o problema do PT, que foi perdendo o horizonte histórico de um projeto Brasil e trocando-o pelo horizonte imediato de um projeto de poder.
Frei Betto, em frente ao Palácio do Planalto: “Não há caldo de cultura para impeachment ou golpe militar” Créditos: Foto José Cruz/ Agência Brasil
CULT Quando percebeu que o PT abandonou seu projeto inicial?
FREI BETTO Isso desaparece na campanha de 2002, quando o PT faz a opção de assegurar a governabilidade pelo mercado e pelo Congresso – daí as alianças e a “Carta aos Brasileiros”, que na verdade é a “carta aos banqueiros”. Ali, o PT abandona sua matéria-prima, que são os movimentos sociais pelos quais deveria ter assegurado a governabilidade, como fez Evo Morales na Bolívia, que não tinha apoio no congresso, se apoiou nos movimentos sociais e, através deles, conseguiu mudar o perfil do congresso. Hoje, ele tem apoio dos dois, é o presidente mais consolidado de toda essa safra progressista. O PT optou pelo mercado e pelo Congresso. Agora, está refém dos dois e pagando um preço muito alto. Tanto que chamou um homem do mercado para ver se melhora a economia e entregou a parte política para o PMDB.
CULT Se você já havia se decepcionado desde a “Carta aos Brasileiros”, por que participou do programa Fome Zero, do governo Lula?
FREI BETTO Achei que a “Carta aos Brasileiros” fosse uma coisa tática, que, uma vez eleito, o PT faria reformas estruturais, tributária, agrária, algum tipo de reforma. Estava altamente entusiasmado. Sempre fui convidado para trabalhar em administração, mas nunca quis trabalhar nem para a iniciativa privada nem para governos. Gosto dessa vida cigana, solta. Quando Lula foi eleito e me convidou para o Fome Zero, achei que trabalhar com os mais pobres entre os pobres – os famintos – se enquadrava em minha perspectiva pastoral e tive todo apoio de meus superiores dominicanos e até de Roma.
Fiquei dois anos e, de repente, o governo matou o Fome Zero para substituí-lo pelo Bolsa Família. Tive então a certeza de que essa opção contrariava a tudo aquilo que o PT vinha pregando desde a fundação. O Fome Zero era um programa emancipador, o Bolsa Família é compensatório. O Fome Zero ia mexer na estrutura do país e por isso foi boicotado pelos prefeitos. Era coordenado por comitês gestores municipais, não passava pelos prefeitos, não havia como usar os recursos para fazer jogo eleitoreiro, então os prefeitos se rebelaram, pressionaram a Casa Civil, que pressionou Lula. No fim, Lula cedeu e eu caí fora.
CULT Você chegou a escrever que o PT faz “populismo cosmético”.
FREI BETTO O erro do Lula foi ter facilitado o acesso do povo a bens pessoais, e não a bens sociais – o contrário do que fez a Europa no começo do século 20, que primeiro deu acesso a educação, moradia, transporte e saúde, para então as pessoas chegarem aos bens pessoais. Aqui, não. Você vai a uma favela e as pessoas têm TV a cores, fogão, geladeira, microondas (graças à desoneração da linha branca), celular, computador e até um carrinho no pé do morro, mas estão morando na favela, não têm saneamento, educação de qualidade. É um governo que fez a inclusão econômica na base do consumismo e não fez inclusão política. As pessoas estavam consumindo, o dinheiro rolando e a inflação sob controle, mas não se criou sustentabilidade para isso. Agora a farra acabou, está na hora de pagar a conta e chama-se o Joaquim Levy [ministro da Fazenda].
CULT Os católicos de esquerda foram preteridos pelo PT por conta dos compromissos com os evangélicos?
FREI BETTO Lula sempre reconheceu que as Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) tiveram mais importância na capilaridade do PT pelo território brasileiro do que o sindicalismo. Nos anos 80, havia núcleos do PT no fundo do Maranhão ou do Amazonas graças a essas comunidades. Enquanto foram atuantes, não havia evasão de fiéis para as igrejas pentecostais. Foi o fato de o Pontificado de João Paulo 2º reprimir as CEBs que fez com que os bispos já não as patrocinassem e que muitas pessoas bandeassem para as igrejas evangélicas.
Nas CEBs, o pobre se sente à vontade. Mas numa igreja, não. Você vai à paróquia e só tem classe média, tem a patroa, tudo é centrado no padre – não há convivência como numa comunidade. Ainda existem as CEBs, mas não com aquela força de antes.
As CEBs produziram muitos militantes, como Erundina, Vicentinho, Chico Alencar. As figuras éticas [do PT] têm uma tradição de igreja. O PT é formado por três segmentos: o pessoal da Igreja, o do sindicalismo e o da esquerda – remanescentes da esquerda da época da ditadura (Zé Dirceu, Paulo Vannuchi etc.). O pessoal das CEBs, por formação pessoal, nunca teve muita gana de poder. Aos poucos, ficaram em segundo plano.
Por outro lado, os evangélicos estão armando uma grande estratégia de domínio da política brasileira, que se resume ao seguinte: “Nossos princípios religiosos exigem determinadas atitudes morais e nós só podemos impor isso de duas maneiras: convertendo toda a nação (o que é impossível) ou tendo o poder de fazer a lei civil obrigar as pessoas a agirem como nós queremos (já que a lei é universal)”. Se você tem a caneta, você transforma seu princípio religioso em lei.
Frei Fernando, Frei Betto, Frei Ivo e Frei Tito (da esquerda para a direita), durante julgamento dos dominicanos em 1971 Créditos: Divulgação
CULT Você vê sinceridade religiosa nessas posturas ou é manipulação de sentimentos reativos dos fiéis?
FREI BETTO As duas coisas. Há os fundamentalistas e há os que são meramente oportunistas. Estes perceberam que aquilo é um manancial de votos. O pastor diz claramente: “o candidato é esse”. Isso não acontece na Igreja Católica – aconteceu lá nos anos 30, com a LEC (Liga Eleitoral Católica), em que o bispo dizia “isso sim, isso não”. Nas igrejas evangélicas, há hoje um direcionamento muito explícito. Muitos políticos estão ali por fundamentalismo, muitos por oportunismo.
CULT Qual sua posição sobre a liberação do aborto?
FREI BETTO Defendo o modelo francês. Tudo deve ser feito pelo Estado para convencer a mulher a não abortar, mas a decisão final é dela. Esse modelo, em primeiro lugar, fez com que acabasse o aborto clandestino e, portanto, diminuísse o índice de mortes. Em segundo lugar, o fato de o médico e o ministro da confissão religiosa da mulher induzirem-na a não abortar aumentou o índice de mulheres que foram à procura do aborto, mas decidiram assumir o filho. Eu mesmo tenho experiência pessoal disso. Já recebi vários adolescentes nessa situação e sempre disse o seguinte: “Tenha o filho e deixe aqui que eu crio, pode deixar na porta do convento”. Nunca ninguém trouxe e hoje tenho uma porção de apadrinhados… Tenho uma posição aberta, acho que aborto em última instância é um direito da mulher e não pode ser criminalizado de jeito nenhum.
CULT Mas isso não vai contra os dogmas da Igreja?
FREI BETTO Não é dogma. Se fosse, a Igreja também teria de ser contra a guerra, não haveria capelão militar e, nos EUA, seria contra pena de morte. Na verdade, há uma ambiguidade na teologia. São Tomás de Aquino aceitava o aborto até quarenta dias após a fecundação, porque ainda não haveria ali, propriamente, uma pessoa – e ele é a doutrina oficial da Igreja. A discussão teológica não está fechada. Tanto que escrevi um texto sobre isso em 1988, que circulou na CNBB, e nunca recebi advertência. Aliás, nesse texto digo que “se homem parisse, aborto seria um sacramento”…
CULT E em relação ao casamento homossexual?
FREI BETTO O fundamento da relação de qualquer ser humano é o amor – e, se há amor, há Deus. O tema da sexualidade e da família está congelado na Igreja Católica desde o século 16. Tentou-se várias vezes abrir esse tema nos concílios, mas ele foi podado. Acho que o papa Francisco, muito inteligentemente, está conseguindo quebrar esse preconceito. Em vez de falar “vamos aceitar o casamento homoafetivo”, ele fala “esses casais têm filhos, as crianças não têm direito à catequese?”. Com isso, já abriu o caminho. Ele acaba de receber no Vaticano um transexual espanhol que foi discriminado pelos bispos e que agora vai casar. Foi um escândalo na Espanha, tanto que dizem que a direita de lá reza assim para o papa: “Senhor, iluminai-o ou eliminai-o”.
CULT Outro tema atual que divide a opinião pública é a redução da maioridade penal. Qual sua posição?
FREI BETTO Criminalizar a juventude é uma maneira cômoda de se omitir naquilo que deveria ser feito para evitar a criminalidade juvenil: dar educação. É o caso das UPPs do Rio: a polícia sobe à favela, mas não sobem escola, teatro, cinema, esporte, música – e o traficante não quer que seu filho seja bandido, quer que ele seja doutor. Uma geração já poderia ter sido salva no Rio se os equipamentos sociais também tivessem subido às favelas.
CULT Como militante e ex-preso político, como vê o clamor pelo impeachment da presidente e pela volta da ditadura?
FREI BETTO Não me preocupam ameaças de impeachment ou golpe. Não há caldo de cultura. Os militares nem saem de farda na rua. Militar, no Brasil, antes andava orgulhosamente de farda, até para arrumar namorada…
O que me preocupa é a despolitização da juventude brasileira. Os segmentos de esquerda deveriam estar preocupados com a politização, como houve imensamente nos anos 70 e 80. Não há mais formação de consciência crítica – e aí o pessoal vai no emocional, no oba-oba da volta dos militares, sem ter ideia do que foi a ditadura, que pode parecer que foi tranquila, mas é porque havia uma censura brutal. Estamos voltando a esse nível de desinformação, a esse horror à política.
Manuel da Costa Pinto é jornalista e crítico literário

Depoimentos sobre Frei Betto
Raduan Nassar, escritor: “No mundo ensandecido que está aí, a voz de Frei Betto é exemplar, atuante como poucas, daí que o respeito tanto”
Ricardo Kotscho, jornalista: “Nosso Frei Betto, também conhecido como ‘frade voador’, pois está sempre em trânsito, tem um segredo que pouca gente conhece. Vocês sabem como ele consegue escrever tantos livros e artigos, dono de uma obra tão prolífica que parece impossível ser escrita por um homem só? Contam as muitas lendas sobre a figura que ele tem uma equipe de fradinhos aposentados que passam dia e noite no porão do convento escrevendo para ele. Betto só dá o tema, pão e vinho à vontade, e depois assina… Gostaria de saber onde ele arruma tempo para fazer tanta coisa ao mesmo tempo, sem nunca deixar na mão um amigo ou qualquer pessoa necessitada de ajuda. Não só tempo, diga-se, mas também paciência para ouvir as dúvidas e os queixumes de tanta gente que muitas vezes ele nem conhece. Para entender melhor esse personagem, recomendo a leitura do livro Essa escola chamada vida, com depoimentos que Betto e Paulo Freire me deram, muitos anos atrás, sobre as suas trajetórias quando eles eram jovens. Só mesmo a escola da vida pode explicar os mistérios desse ser humano especial, de quem tenho muito orgulho de ser amigo e com quem já compartilhei muitas alegrias e tristezas nessa longa jornada de sonhos pelas estradas do mundo. Valeu, Betto, e sempre valerá a pena tentar outra vez”.
Luiz Ruffato, escritor: “Com relação a Frei Betto, meu privilégio é triplo: sou seu leitor desde os tempos de estudante; sou seu vizinho há uma década; e, embora à distância, ouso dizer que somos amigos. Não de nos encontrarmos todos os dias, que seus compromissos são muitos e constantes, mas de comungarmos ideias próximas, que incluem lutar por um mundo melhor, por mais que essa frase ou esse sentimento soe, nesses dias de egoísmo extremo, como um clichê. Frei Betto é daqueles homens imprescindíveis, de que nos fala Brecht: sua trajetória pessoal se confunde com a história política recente do país, desde os tempos de seminarista, quando esteve encarcerado por sua luta contra a ditadura militar. Intelectual orgânico, Frei Betto é um dos grandes nomes da literatura brasileira contemporânea. Sua extensa obra, que inclui dezenas de títulos dos mais diversos gêneros, tem como ponto fulcral oferecer uma reflexão sobre a passagem da humanidade pela Terra. Algo como: qual é, afinal, o sentido da vida? Tivéssemos mais pessoas como Frei Betto e a resposta seria fácil: a busca da felicidade”.
Adelia Bezerra de Meneses, professora de Teoria Literária e Literatura Comparada da USP: “Da caudalosa bibliografia de Frei Betto, escolho um título: Batismo de sangue: os dominicanos e a morte de Carlos Marighella. Prêmio Jabuti de 1982, esse é um livro doloroso e fundamental. Nele, amalgamando o jornalista, o historiador, o memorialista e o analista político – todos sob o signo da Palavra que liberta – Frei Betto, em meio a um recorte da história do Brasil dos Anos de Chumbo, traça o percurso de Carlos Marighella e de Frei Tito de Alencar Lima, ambos assassinados pela repressão. Mas ele próprio, protagonista da resistência à Ditadura Militar, não entra como mero narardor. É também personagem daquilo que era um ‘tempo de homens partidos’ (a expressão é de Drummond, referindo-se a outra Ditadura, a getulista). E Frei Betto narra a saga de Tito, com quem dividiu a prisão, até esse seu confrade dominicano ser levado à ‘sucursal do inferno’ da OBAN. Com objetividade e pungência, constrói um testemunho emocionado que permanecerá – memória resgatada de algo que nunca poderá ser esquecido. Imantado pela utopia, Frei Betto parece ter assumido diante de seus companheiros presos e assassinados, diante de seu irmão Tito destroçado pela tortura, o compromisso de transmitir às gerações atuais e futuras essa memória compartilhada. Pois lembrar é resistir”.

Ignário de Loyola Brandão, escritor: “Por anos, sempre vi Frei Betto chegar a uma cidade levando seu pacote com seus livros. Leva livros, não importa para onde. Está certo, assim como deve ser, neste Brasil onde existem poucas livrarias e a maioria é deficiente. Levar os livros é sinal de humildade e amor aos nossos escritos. É conhecer o país em que vivemos. Essa foi uma das muitas lições que esse amigo me ensinou. Certa vez, ele, numa dedicatória de duas linhas, definiu amizade, relação, troca. No romance Entre todos os homens, escreveu: ‘Loyola, saudades da amizade que te tenho e dos encontros e papos que ainda não tivemos’. Ao assinar, acrescentou um neologismo maravilhoso: Fraternura. Está tudo dito. Uma vez, ao saber que talvez estivéssemos na mesma mesa, capitulei. Conhecendo a sua fala, sabia que seria engolido. Não teria o que dizer. No entanto, mais do que medo, bateu em mim o raciocínio: se fico na mesa, preciso ficar pensando no que vou falar e perco a fala dele, envolvente, carinhosa, dura, áspera. Jamais esqueço um dia nos anos 70 em que ele foi almoçar em minha casa. Tinha saído da prisão. Eu, que imaginava um homem revoltado contra tudo e todos, dei com um sujeito sereno, que compreendia o porquê e o como das coisas. Eu, ansioso, perguntei sobre o medo. Como não ser derrotado por ele? Na prisão, eu morreria antes que me matassem. Ele me disse: ‘Basta medir o quanto de medo é provocado por sua imaginação. Se conseguir abstrair, a fantasia viverá. O medo ampliado pela imaginação te liquida'”.

http://revistacult.uol.com.br/home/2015/05/a-vocacao-literaria-de-frei-betto/

Elevação de Pernas


Posição Inicial

Deite de costas no chão ou em um tapete, com os joelhos dobrados e as mãos atrás da cabeça.
Levante as pernas e flexione os joelhos a 90 graus.
Mantenha um espaço entre o queixo e o peito (olhando sempre em direção ao teto).

Movimento

Ao Expirar: Puxe os joelhos na direção do peito e segure por 2 segundos.
Ao Inspirar: Leve as pernas lentamente para a posição inicial.

Instruções Especiais

  • Evite balançar as pernas enquanto faz o exercício.
  • Tente manter seus movimentos com o auxilio do abdome.
http://www.exerciciosdeacademia.com.br/abdominais/elevacao-de-pernas/

Taxas Shipito

Bom dia leitores, muita gente ainda possui dúvidas em relação as taxas que o Shipito cobra pelos serviços, hoje vou tentar condensar todas as informações sobre taxas a serem pagas em um único post. Espero que esse post sirva de referência para dúvidas em relação aos valores a serem pagos de taxas no Shipito.
A primeira parte se refere as mensalidades , existem no Shipito três planos sendo que o terceiro só pode ser selecionado por já clientes. Esses planos podem ou não ter mensalidades como mostra a tabela abaixo.

 

Taxas Shipito
É importante que fique claro que o Shipito cobra taxas pelos serviços que prestam + o  valor do frete para enviar as mercadorias para o Brasil, para saber o valor do frete a ser cobrado use a calculadora de frete do Shipito que pode ser acessada no link http://calculator.shipito.com lembre-se de que a medida de peso nos Estados Unidos é a libra e a de comprimento a polegada , para simular envios por USPS só é preciso saber o peso do pacote e simular com qualquer tamanho até o limite de 26x13x13 polegadas , acima deste limite será preciso usar outras modalidades de frete como DHL e Fedex.
Taxas de envio de pacotes
Existem basicamente dois planos no Shipito , no plano Individual (pacotes individuais) o custo é de 1Dólar por pacote processado ,  no plano Virtual Mail Box (Caixa virtual) o custo é também de 1 Dólar por pacote processado (recebido), é importante entender a diferença entre pacote processado e pacote enviado, pois se você consolidar dois pacotes e fizer o envio você pagaria além das taxas da consolidação duas taxas por pacote processado.
Taxas de consolidação no Shipito
Quando usamos a função consolidação no Shipito, o custo será de 2 dólares por pacote envolvido, ou seja se você consolidar 2 pacotes pagará 4 dólares e se consolidar 5 pagará 10 dólares.
Taxas por fotos
Um serviço opcional é a retirada de fotos na chegada das mercadorias no armazém do Shipito, existem duas opções uma custando 1 dólar por pacote e outra custando 2,5 , eu sempre utilizo a opção de 1 Dólar e estou satisfeito com os resultados obtidos .

Taxa extra para pacotes muito pesados

Poucos usuários percebem essa taxa e os custos adicionais são para pacotes acima de 30 lbs (13.6 Kgs) US$ 10,00, acima de 70 lbs (31.7 kgs) – US$ 20.00, acima de 100 lbs (45.3 kgs) – US$ 30.00 e acima de 150 lbs (68.0 kgs) – US$ 50.00. A taxa extra será cobrada quando o pacote é recebido, mesmo que você posteriormente solicite que o pacote seja “eliminado”.
Taxas para pedidos especiais 
Você pode fazer pedidos especiais para fazer modificações em seus pacotes que não estejam previstas nas atividades padrão, a maioria dos pedidos especiais tem relação com trocas de caixas , divisão de pacotes , colocação de proteção extra para mercadorias frágeis entre outros ,o custo de um pedido especial é na maioria dos casos de 5 , mas para pedidos muito complexos como desmontagens de algum equipamento o custo pode ser um pouco maior e em geral será cobrados valores adicionais.

Seguro

O valor do seguro a ser cobrado é exibido na calculadora de envio,e como varia de empresa para empresa recomendo que simulem o frete com os valores das mercadorias para terem o valor exato a ser cobrado , para isso usem a  Calculadora de Envio. O seguro do Shipito  cobre o armazenamento do pacote e seu transporte até o destino, Lembre-se que o Shipito pode pedir os comprovantes de compra para pagar o seguro, e que algumas modalidades de frete não tem opção de seguro . Veja mais detalhes.

Manipulação de Pallets

Esse custo se aplica a clientes que comprem em grandes volumes  e nunca vai ocorrer com pessoas físicas comuns ,  o custo para manipular um pallet será de US$ 50,00 (incluindo o pallet). Para carga/descarga o custo é de US$ 25.00 por hora.

Tarifas bancárias

O custo de transporte inclui  4.3% de tarifas bancárias, que será devolvido se você  pagar através de transferência bancária. Você poderá ver os descontos das tarifas em cada pacote.
Mistake report 
Se você acha que o Shipito cometeu um erro você pode abrir um mistake report , entretanto se o erro não ocorreu será cobrada uma taxa de 2 dólares pela reclamação incorreta, exemplo se você não concorda com o peso ou tamanho de seu pacote você poderá abrir um mistake report para correção, se no final da verificação for constatado que o peso e as medidas estão corretos  serão cobrados 2 dólares .

Por que o Shipito é  diferente?


Saiba mais sobre a Shipito acessando Quem Somos. Verifique as fotos dos  armazéns do Shipito  no  blog. O Shipito também possui  um  fórum de discussão onde os clientes podem postar publicamente suas reclamações, ou algo que não lhes agrade.Descubra também  por que é tão barato.

http://compranoexterior.com.br/taxas-shipito/
Linux Mint


Rodrigo wrote:
Boa tarde amigos. Estou cansado de praticamente de dois em dois meses ter que passar por aquela rotina de backup para poder formatar meu notebook e reinstalar o Windows.

Olhando mais sobre o Mint achei uma distro bem interessante, e aqui no fórum (o qual vou ajudar a manter com certeza !!!), vi que a galera ajuda mesmo.

Tenho um notebook Dell Inspiron 14R, o qual é um Core I5 - 6Gb - Hd 1Tb - Nvidia GT730M.

Segue as minhas dúvidas:

1-) O Mint da suporte a esse tipo de placa de vídeo que tenho no meu notebook, que seria aquelas Nvidia Optimus, que utilizam a Intel HD4000 quando não estão fazendo nada, e para outras tarefas ativa a GT730 ?

2-) Achei mais interessante a versão com XFCE, existe diferença de estabilidade entre as versões ? É possível, fazer a instalação daquele menu padrão do xfce na parte superior, e o dock na parte inferior ?

3-) O que uso hoje em casa, é o notebook para serviços como trabalhos de faculdade,pesquisas e assistir filmes e animes, conectados a minha tv através de HDMI. No Mint consigo reproduzir vídeos em 3D para que eu possa ver na minha tv ? E filmes em alta definição perdem qualidade no Mint ?

4-) Acesso muito o banco do brasil através do notebook para fazer transações bancárias.....funciona bem no Mint ? Risco de segurança ?

5-) No caso vou deixar somente o linux no meu notebook...qual seria a melhor forma de particionar esse meu hd de 1TB ?


Aguardo a ajuda dos amigos.


Caro Rodrigo,

Antes de tudo, seja muito bem-vindo ao Fórum. Peço-lhe que, assim que possível, dê uma lida nos links Recomendações e Como Usar o Fórum, os quais possuem informações importantes para os novatos.

Em relação as suas dúvidas, vamos as respostas:

1-) Quanto ao suporte do Mint a placa NVidia GT730M a resposta é sim. Quanto a tecnologia Optimus, é sim possível utilizá-lo no Mint, porém sua utilização e configuração exige um pouco de paciência e atenção. Faço a ressalva de que cada nova versão do kernel linux isso vem sendo melhorado e facilitado, especialmente para o novatos.

2-) Quanto a estabilidade, todas as versões do Mint são excelentes. Em relação ao painel superior e dock inferior, é sim possível utilizá-los dessa forma no Xfce.

3-) Reprodução de vídeos 3D no Mint pode ser executada sem problemas. Quanto ao vídeos em alta definição, caso seu sistema esteja corretamente configurado e com drivers atualizados, não há qualquer perda de qualidade.

4-) Funciona bem, inclusive utilizo o Internet Banking deles por aqui. O Mint já vem com o plugin Icedtea (versão open-source do java), que em geral funciona bem. No entanto, se estiver com algum problema devido a ele, basta desinstalá-lo e instalar a versão proprietária da Oracle. Aqui no Fórum há amplo material sobre isso.

5-) A resposta a essa pergunta vai depender de alguns fatores, como por exemplo:
- Você guarda arquivos e/ou instala aplicativos e ferramentas pesadas (de tamanho grande) no sistema;
- Irá utilizar apenas o Mint (uma única versão dele) ou irá utilizar o PC em multi-boot, com vários SOs instalados simultaneamente;
- Você também pode utilizar uma partição em separado para a partição HOME, onde ficam guardados os dados de seu usuário, ou então criar uma partição de backup.

Isso é apenas um resumo rápido com respostas às suas perguntas. Você pode encontrar amplo material aqui no Fórum e em nossa Wiki, onde poderá aprofundar seus conhecimentos.

Abraço e mais uma vez seja bem-vindo ao Fórum Mint Brasil.


© O LinuxMint.com.br é mantido por Carlos Lorenzon :: Desenvolvido em XOOPS.

http://www.linuxmint.com.br/forum/report.php?forum=1&topic_id=5146&post_id=30715

Apê de 66 m²: compacto, charmoso... e vestido para arrasar

Comprado na planta, o imóvel ganhou um projeto caprichado para entrar em sintonia com o estilo dos moradores, que gostam do visual clássico, mas não de monotonia. O segredo foi restringir a paleta a tonalidades neutras e apostar todas as fichas em estampas e texturas acolhedoras

Minha Casa Digital

Depois de dois anos morando juntos em um apê alugado, a pediatra Camila  Guasselli e o engenheiro mecânico Neumar Vallar, de Porto Alegre, decidiram que era a hora de fechar um capítulo e iniciar outro como manda o figurino: com uma festa de casamento e um imóvel zero-quilômetro. A arquiteta Camila Chalon foi convocada para montar o cenário dessa nova fase.  “A fim de não estourar o orçamento, preservei alguns acabamentos entregues pela construtora”, conta a profissional, que escolheu a dedo aqueles que seriam substituídos por opções mais incrementadas. Mantendo intacta a planta, o maior desafio foi acomodar todos os pertences do casal sem entulhar o espaço – questão solucionada com investimento em marcenaria planejada e uma organização impecável.

Cozinha americana: linda e exibida!

❚ “Ambientes incríveis costumam ter um elemento que atrai todos os olhares”, diz a arquiteta, que elegeu um mosaico de azulejos para assumir esse papel na área destinada ao preparo das refeições. “As peças foram assentadas diretamente sobre a cerâmica original,  poupando tempo e dinheiro”, complementa.  

❚ Lavanderia e cozinha compartilham a mesma bancada de granito branco siena superpolido, que mede 4,25 x 0,65 m (Magnani). Mas, atenção: “Abrir mão de uma divisória entre os ambientes só funcionou porque os moradores usam pouco a área de serviço – e vivem bem com apenas um varal de chão e uma lava e seca”. 

❚ De MDF revestido de laminado melamínico nas cores Branco Liso e Terrarum (MaDeFibra, da Duratex), todos os gabinetes foram feitos sob medida (Fratelli Móveis). 

❚ Na sala de jantar, o papel listrado e o lustre rendado formam um belo par!

66 m² sem aperto!

❚ Muito bem-resolvida, a planta original do apartamento não precisou ser alterada. Eis o único quebra-quebra: na fronteira entre sala e cozinha, havia uma mureta de tijolos vazados, que foi ao chão. No lugar dela, a arquiteta optou pela instalação de um balcão de MDF para refeições rápidas. Como continuação desta peça, uma prateleira feita do mesmo material foi fixada na parede atrás do sofá, servindo de apoio para pequenos objetos.


Base neutra com pitadas de charme

❚ Eleita o lugar preferido dos moradores, a sala de estar é clean e funcional, porém bem temperada com detalhes mais femininos, como a padronagem floral do tapete, o colorido do quadro e o turquesa das poltronas e almofadas. 

 ❚ Para que a iluminação ficasse mais aconchegante, o teto recebeu uma sanca – equipada com fitas de LED na cor amarela – que contorna todo o ambiente, além de um rebaixo extra, com  luminárias embutidas, sobre a área do jantar. “Trabalhamos o gesso usando apenas linhas retas, que criam um efeito mais moderno” aponta a profissional.

❚ Apesar da predominância de revestimentos brancos, o banheiro social ganhou toques especiais. O  espelho com a moldura toda trabalhada é um deles. Mas o destaque fica por conta da parede forrada pelo patchwork  de porcelanato.

O romantismo dá as cartas na suíte

❚ Vedete do ambiente, a cabeceira estofada foi valorizada com  iluminação indireta. Para tanto, bastou usar uma fita de LED estrategicamente acoplada no móvel aéreo. O papel de parede floral arremata a composição. 

❚ Desenhados pela arquiteta e executados sob medida (Fratelli Móveis), os armários são de MDF revestido de laminado melamínico nas cores Branco Liso e Cillegio Grigio (MaDeFibra, da Duratex). Duas das portas são cobertas de espelho, que servem não só  para as trocas de roupa como refletem – e,  portanto, potencializam –  a luz natural que vem da janela logo em frente.

❚ Com o intuito de  deixar o quarto mais acolhedor, o piso ganhou um laminado em tom  de madeira clarinha.

❚ No banheiro da suíte,  o branco foi explorado ao máximo para garantir amplitude e claridade. ”Mas, para dar uma graça, elegemos um revestimento que combina peças de diferentes texturas, formando um patchwork delicado”, aponta Camila. 


http://minhacasa.uol.com.br/noticias/minha-casa/ape-de-66-m-compacto-charmoso-e-vestido-para-arrasar.phtml#.Vcyo10YUbbj

HD Samsung p/ Notebook SATA 2.5´ 500GB 5400RPM - ST500LM012 / HN-M500MBB

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DESCRIÇÃO DO PRODUTO
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ESPECIFICAÇÕES TECNICAS


Características:
- Marca: Samsung
- Modelo: HN-M500MBB

Especificações: 
- Padrão: Sata
- Capacidade: 500GB
- Tamanho do buffer: 8MB
- Velocidade de rotação: 5.400rpm 



Garantia
12 meses de garantia

Peso
106 gramas (bruto com embalagem)


http://www.kabum.com.br/produto/20890/hd-samsung-p-notebook-sata-2-5-500gb-5400rpm-st500lm012-hn-m500mbb

14 Best Free CPU Temperature Monitor Software For Windows

Here are 14 best free CPU temperature monitor software. All these CPU temperature monitoring software let you view CPU temperature easily. These CPU temperature monitor software are available free to download for your Windows PC. These CPU temperature monitoring software have various features, like: can shows the current CPU temperature in Celsius or Fahrenheit, can display the temperature of each core of CPU separately, can display temperature of hard disk also, take user defined action at the time of overheat, can start with Windows, displays CPU fan speed, voltages etc., can display other available vital information about the hardware, and more. You can try these free CPU temperature monitor software and find which one suits you better.
You can try these best free Image Viewer and Process Viewer software.

Speccy



Speccy is a very useful and easy to use free software that lets you measure the current CPU temperature and other useful vital information. You can find the make of your motherboard, quantity of RAM, RAM type, operating system, graphic card, monitor model etc. easily in one simple user interface. You can then save the information in XML or TXT format. You can load, save, or publish the snapshot also. It comes in both 32 bit as well as 64 bit versions.
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HWMonitor



HWMonitor is a free and easy to use hardware monitoring software. It lets you view the current CPU temperature, hard disk temperature, fan speed, voltages and other various important information about your CPU box. You can save the monitoring data in TXT format also. It comes in both portable as well as in installable version. It is small in size and easy to use.
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Real Temp



Real Temp is a CPU temperature monitoring software. It is specially designed for Intel single core, dual core, quad core and core i7 processors. It shows the temperature of the CPU in real time. It also shows the maximum and minimum temperature of the CPU. You can set the alarm for a high CPU temperature. It comes in a ZIP format and does not require installation. You can extract it to any folder and run the main executable.
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Open Hardware Monitor



Open Hardware Monitor is a free, open source and easy to use hardware monitoring software. It lets you view and measure the current temperature of your CPU. It also shows the other vital information about your PC hardware like CPU fan speed, voltages, bus speed, clock speed, CPU load, memory load etc. It does not require installation and can be run from any location after unzipping.
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CPU Thermometer




CPU Thermometer is a tiny but easy to use computer temperature monitoring software. It has a very simple and basic user interface. It shows the current CPU temperature of each core and current CPU load in percentage on each core. You can run it with Windows startup. You can switch between temperature units (Celsius or Fahrenheit). It sits in the system tray.
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EnhanceMySe7en Free



EnhanceMySe7en Free is a system enhancement and tweaking software. It also has an option to view the system information like processor, display adapter, sensors, memory etc. You can view the current CPU temperature by clicking the Sensors button. It shows the temperature of the each core in Celsius and Fahrenheit, minimum and maximum temperature, fan speed and other vital information. It also has other useful tools like registry cleaner, startup manager, disk defragmenter etc.
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SpeedFan




SpeedFan is a free hardware monitoring software. It shows the current CPU and hard disk temperature and also other useful hardware information on its interface. It can change the CPU fan speed if the temperature increases. It works on almost every available hardware and temperature sensors. It is a lightweight application and is easy to use.
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SIW Portable



SIW Portable is a free system information utility. It gives you the detailed information about your system. It also lets you know the current CPU temperature. You can use its Hardware menu and click Sensors to view the temperature of the CPU. It has other useful functions too. You can use this AIO utility to view the complete details of your PC including hardware and software installed.
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Moo0 System Monitor



Moo0 System Monitor is a free software that lets you know the current CPU temperature. It has s simple user interface and you can customize its interface and its fields according to your need. It sits in the system tray and you can invoke it any time from there. It comes in both installer as well as in portable version.
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HWiNFO



With the help of HWiNFO you can get the hardware information of your PC easily. It gives you the detailed information about your system hardware. You can view the CPU temperature also by using it. You can run this program in “Sensors only” mode also. It monitors all the system components and can predict failure. It can be customized easily according to the needs. It comes in both installer as well as in portable form.
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SensorsView Pro



SensorsView Pro is a free software for measuring the CPU temperature. It shows the current temperature of each core and other details like CPU clock speed, CPU usage, HDD usage, CPU fan speed, voltages etc. You can configure it according to the choices it gives. It has a simple and easy to use user interface.
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Game Assistant 2



Game Assistant 2 is actually a game organizing software. It also shows the current CPU temperature, RAM usage, and fan speed. You can set the temperature unit between Celsius and Fahrenheit. You can start it with Windows startup. You can also clean RAM with it. It has various features to explore.
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Wise System Monitor



Wise System Monitor is a simple hardware monitoring tool. It has three tabs: Process Monitor, Hardware Monitor, and Operating System. You can use its Hardware Monitor tab to view the details of your hardware like mother board manufacturer, BIOS version, date, temperatures, fan speed etc. It shows the current CPU, hard drive temperature and other vital information near the system tray.
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CPUTempWatch



CPUTempWatch is a simple and easy to use CPU temperature monitoring tool for Windows. It lets you view the current CPU temperature in real time near the system tray. It displays the temperature of each core in a separate box. You can set the temperature threshold for specific temperature and can execute the program like Shutdown if temperature exceeds.

http://listoffreeware.com/best-free-cpu-temperature-monitor-software-windows/