segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Guia ajuda a presentear vegetariano neste Natal; confira a seleção

Por Yuri Gonzaga
17/12/14 08:30
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Vegetarianos podem ser difíceis de agradar. Justamente por ser uma subespécie humana que é quase sempre –por necessidade ou opção– mais meticulosa quanto às suas escolhas alimentares, isso pode se estender a outras frentes na vida.
Para facilitar, montei uma breve seleção do que pode ser comprado para um bem-quisto vegano ou vegetariano –ou qualquer pessoa :), divididas por categorias não científicas: comilões, cozinheiros, esportistas, vaidosos, ativistas e viajantes.
Escreva nos comentários sugestões do que podem ser boas ideias!

Comilões

Não somos todos? Brinca-se que só se fala de comida com um vegetariano, e nós entre nós mesmos –e de quanto somos incompreendidos… Mas isso é uma verdade absoluta parcial.
1. Ceia de natal vegana
O bufê vegetariano Shanti, que fica em Embú das Artes (Grande São Paulo) oferece um serviço de ceia vegana completa por delivery para a região oeste da região metropolitana. Tem petiscos como pasteizinhos e salgadinhos, pratos como ceviche, moqueca e preparado de banana da terra salteada na versão vegana (também há opção ovolacto). Outra opção é da Surya, numa cesta de R$ 181,94 com panetone, biscoitos integrais, uvas-passas e champanhe  orgânicos.
Quanto: R$ 320 + taxa de entrega de R$ 30.
Onde: comercial@shantivegetariano.com.br ou (11) 98779-1799 até o dia 21.
2. Panetone e chocotone veganos
Quanto e onde:
* São Paulo
No Chicano Vegano: R$ 20 (600 g), retirada no local
No Empório Mais Verde: R$ 54,90 (550 g, trufado, do Emporium Vida)
No Loving Hut/Delicioso Bandejão: R$ 19, panetone; R$ 21, chocotone (experimentei e é excelente)
Na Zaltana: entre R$ 12,50 e R$ 49, dependendo do tamanho
+ Bauru (SP): Respect Life: entre R$ 1o (simples) e R$ 25 (trufado)
+ Mogi das Cruzes (SP): Vegan Vibe: entre R$ 35 e R$ 40 (da aclamada Chubby Vegan)
* Curitiba
No Veg Veg: Entre R$ 4,90 (cerca de 100 g) e R$ 49 (700 g), há várias opções, até trufados (também da Chubby Vegan) e sem glúten
* Florianópolis
Na Prato Feito Vegetariano: Entre R$ 16 e R$ 18
* Porto Alegre
Na Rainha Omega: R$ 25 (500 g) e R$ 35 (700 g)
3. Kit Manioc de vegetarianices

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Recentemente, a empresa Manioc (antiga Quebra-Cabeça), que faz o Mandiokejo (imagem de divulgação acima), iniciou um projeto de financiamento coletivo de seus futuros lançamentos de produtos veganos. Entre eles, haverá produtos análogos veganos a derivados do leite, laticínios e até um substituto para ovos. É uma pré-venda que funciona como nos sites Catarse e Kickstarter, e há diversas opções de “doação”.
Quanto: Entre R$ 15 (dois produtos e um lançamento) e R$ 500 (120 produtos, entre os quais 90 lançamentos).
Onde: loja.manioc.com.br

Cozinheiros

O certo é que fôssemos todos. Um agrado material pode ser o empurrão que faltava para que o ogro vegano se tornasse um chef.
4. Máquina de leite vegetal
QLINK
Permite fazer leites de diversos tipos de vegetais, desde soja até amêndoas e amendoim. Bom para quem usa bastante dos substitutos dos lácteos, ou que não tem coragem de pagar até R$ 20 por um litro de leite de arroz!
Quanto: R$ 400
Onde: maquinadeleitedesoja.com.br
5. Desidratador de alimentos
Dryer
Bom para quem gosta de fazer tomate, abacaxi, banana, uva e outros frutos secos, tanto pelo sabor quanto por nutrição e conservação. Também é possível fazer farinhas (a partir dos desidratados) e condimentos. No caso, o modelo foi elaborado no Brasil, e pode ser regulado para temperaturas baixas, que mantêm todos os nutrientes.
Quanto: R$ 795
Onde: meloni.com.br
6. ‘Cesta’ da zona cerealista
Foto: STOP & SHOP Deluxe Mixed Nuts/Flickr.com (Creative Commons)
Foto: STOP & SHOP Deluxe Mixed Nuts/Flickr.com (Creative Commons)
A ideia é ir até um centro comercial variado em condimentos, frutas, hortaliças, conservas, importados etc (caso de muitos mercados municipais e, no caso de São Paulo, a zona cerealista, que fica próxima ao Mercadão, especificamente na r. Santa Rosa) e comprar uma lista de “mantimentos” raros ou simplesmente sortidos (veja uma lista de ingredientes sugeridos). Também há opções de compra por encomenda, como no site Zona Cerealista Online.
Quanto: Varia (on-line por R$ 143)
Onde: Mercados municipais ou zonacerealista.com.br

Esportistas

Para o seu vegetariano favorito que está mais para queimar do que ingerir calorias –e há muitos deles empenhados nisso.
7. Caixa de barrinhas veganas
vegbar
Recentemente lançada, a VegBar tem 12 g de proteína por unidade, com todos os aminoácidos essenciais (e BCAA numa proporção praticamente de 2:1:1, para os ratos de academia) com um bom preço. O sabor é agradável, dentro dos limites de uma barra proteica.
Quanto
: R$ 12,90 (caixa com três) ou R$ 265 (caixa com 72)
Onde: topbody.com.br
8. Suplemento proteico marombástico
sunwarrior
Hoje há várias opções, tanto de empresas brasileiras quanto importadas. Algumas das mais proeminentes no nosso mercado, que não as de soja (cujo extrato proteico pode ser comprado até a granel, como na já citada Zona Cerealista paulistana), são as das empresas Natural Science, Sunwarrior e VeganWay, que usam ervilha amarela e arroz.
Quanto: Entre R$ 15 o quilo (soja, a granel, zona cerealista) e R$ 290 o pote de 900 g (arroz germinado, Sunwarrior)
Onde: topbody.com.br, bionetic.com.br, sunwarriorbrasil.com.br, iherb.com (site internacional), guiavegano.com.br, entre outros
9. Livro ‘No Meat Athlete’
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“No Meat Athlete: Run on Plants and Discover Your Fittest, Fastest, Happiest Self” (atleta sem carne: corra alimentando-se de vegetais e descubra seu eu mais em forma, rápido e feliz), de Matt Frazier, é bom para quem já é iniciado no mundo dos esportes, mas também para os que desejam começar. Há um guia muito interessante para qualquer pessoa começar uma prática esportiva, em especial a corrida, numa dieta vegana. Em inglês.
Quanto: US$ 10 (cerca de R$ 28), versão digital
Onde: amazon.com

Vaidosos

A face pública do veganismo pode ser mais atraente, apesar de isso depender basicamente do seu ponto de vista. Ou tudo isso, só que ao contrário.
10. Camiseta King55 “Vegan”
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Estampa especial da grife totalmente vegana King55, de São Paulo.
Quanto: R$ 96,60
Onde: King55.com.br
11. Spa vegano na Surya

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Para quem é, além de vaidoso, um tanto quanto espiritual. O espaço na V. Mariana, zona sul de São Paulo, é também um pequeno restaurante e uma microfeira de orgânicos todos os dias. Todos os produtos usados no “dia de beleza”, nas massagens e no salão de beleza são da própria marca, vegana.

Quanto: 168,63 (tratamento capilar, almoço e reflexologia)
Onde: Espaço Surya Brasil

Ativistas

Para os que se dedicam a levar a causa do vegetarianismo e dos direitos dos animais a mais pessoas.
12. Um bichinho adotado
Foto: União Libertária Animal/Divulgação
Foto: União Libertária Animal/Divulgação
Esse presente não demanda nem dinheiro. É combater diretamente o tratamento de animais como mercadorias e, com isso, dar um novo melhor amigo a alguém.
Quanto: Grátis
Onde: Veja lista de locais de adoção
13. Cartão Vista-se
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Este presente serviria para qualquer das categorias, já que dá uma série de descontos em serviços e produtos, em especial na região da capital paulista, mas também em outras cidades paulistas e outras capitais. Tenho há dois anos e posso dizer que vale a pena.
Quanto: R$ 50
Onde: loja.vista-se.com.br
14. DVD “Cowspiracy”
850xN
Documentário lançado neste ano que retrata tanto os absurdos da produção industrial de carne, de leite e de ovos quanto a resistência total de organizações ditas ambientalistas em boicotar a pecuária como uma de suas frentes de ação.
Quanto: R$ 49,90 (pré-venda)
Onde: loja.vista-se.com.br
15. Kit composteira doméstica
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Ótimo para quem quer começar a reciclar seu próprio lixo orgânico e evitar que toneladas de material rico seja tratado como descarte, polua o solo e sature o trabalho de coleta municipal.
Quanto: R$ 179,35 (capacidade de 15 l/mês)
Onde: ecoisas.com.br
16. Camisetas veganas
Foto: Guia Vegano
Foto: Guia Vegano
Não sou um particular fã de camisetas com mensagens ou imagens chocantes, mas sem dúvida as “peitas” mais sagazes me atraem bastante. As mais simples, com uma simples e direta estampa de “vegano”, também me deixam feliz –e podem contentar seu vegan querido.
Quanto
: A partir de R$ 18
Onde: jmabr.eco.br, artevegan.com.br, veganpride.com, veggielife.com.br, lojamove.com.br
17. Livro ‘Galactolatria’
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“Galactolatria: mau deleite” conta a história por trás dos panos da produção de leite e de seus derivados, que gera não só sofrimento de milhões de animais no mundo, mas também é péssima para o meio ambiente e pode causar problemas de saúde.
Quanto: R$ 45 + frete
Onde: galactolatria.org

Viajantes

Veja uma lista de hospedarias vegetarianas no Brasil.
18. Estadia na pousada Rosa Verde (SC)
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Pousada completamente vegana na Praia do Rosa, ao sul de Florianópolis. Além de usar só ingredientes de origem não animal em suas refeições, o estabelecimento permite que você leve seu bichinho de estimação.
Quanto: preços variam conforme a data
Onde: rosaverde.com.br
19. Estadia na pousada Itacupa (CE)
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Provavelmente a primeira opção de estadia vegana no Brasil, a Itacupa fica de frente para a praia da Tabuba, próxima à capital cearense Fortaleza.
Quanto: sob consulta
Onde: Itacupa.com
20. Cruzeiro vegano
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Ok, esse é um pouco fora do alcance da maioria. Esse cruzeiro pelo Alaska, nos EUA, e pelo norte da costa oeste canadense, terá como cozinheiros algumas das principais personalidades veganas nos EUA, como a queijeira artesã Miyoko Schinner e o vlogger Vegan Black Metal Chef. Neste ano, a agência Vegan4You teve pacotes para uma versão pelo Caribe do mesmo cruzeiro.
Quando: 19 de setembro a 26 de setembro de 2015
Quanto: a partir de US$ 1.258 (cerca de R$ 3.500), só o navio, sem passagens aéreas
Onde: vegancruiseplanners.com

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http://veg.blogfolha.uol.com.br/2014/12/17/guia-ajuda-a-presentear-vegetariano-neste-natal-confira-a-selecao/

 Ratatouille Diferente (vegana)


Ratatouille Diferente (vegana)
Ingredientes

Berinjela grande (ou 2 pequenas)
Abobrinha verde
Abobrinha amarela (se não tiver use um pouco mais da verde)
Tomate
Cebola roxa
Molho de tomate em pedaços
Alho
Tomilho fresco
Azeite de oliva de boa qualidade
Sal
Pimenta-do-reino

Preparo

Corte as abobrinhas e a berinjela em fatias finas, coloque em uma vasilha, acrescente um bom fio de azeite-de-oliva e as folhas de um ramo de tomilho. Corte a cebola roxa também em rodelas, separe os anéis e junte aos legumes. Tempere com sal e pimenta-do-reino moída. Em seguida, corte os tomates em rodela. Em uma assadeira untada com azeite, intercale, aleatoriamente, camadas dos legumes e por cima coloque uma camada de tomates, espalhe um pouco do molho. Finalize com uma camada de legumes, raminhos de tomilho e um fio de azeite. Leve ao forno preaquecido a 200ºC por cerca de 20-30 minutos ou até que os legumes estejam cozidos e levemente assados. Pronto, o prato pode ser servido quente ou a temperatura ambiente como entrada, basta arrumar as rodelas no centro do prato como uma torre, regar com um fio de azeite e decorar com folhinhas de manjericão.

Dica - Para a quantidade que fiz eu dividi em duas assadeiras, pois não queria fazer muitas camadas já que a única camada que fica "assada" é a de cima.

Nota - Já fiz e vi várias receitas de Ratatouille, normalmente os legumes são cortados em quadrados ou pedaços irregulares e preparados na panela, já vi uma ou outra receita feita no forno. Mas o que me chamou a atenção para essa receita foi que os legumes são cortados em rodelas e preparados no forno, uma delícia e super prático!

http://www.cantinhovegetariano.com.br/2013/01/ratatouille-diferente.html

Robert Crumb homenageia colegas mortos no 'Charlie Hebdo'

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Das tantas homenagens prestadas aos cartunistas do "Charlie Hebdo" mortos por extremistas islâmicos na quarta (7), sobressai a de Robert Crumb, 71.
Como seu colega francês assassinado Georges Wolinski, 80, o americano Crumb tornou-se referência com um humor carregado de contexto sexual.
Após dois dias de silêncio em que afirmou que "não conseguia pensar em nada para dizer" sobre a chacina, Crumb, que vive no sul da França há 23 anos com a mulher, Aline, não resistiu ao pedido do jornal francês "Liberatión", que abrigará a próxima edição do "Charlie Hebdo".
O resultado são os cartuns nesta página e na capa do jornal, produzidos com Aline e cedidos com exclusividade no país à Folha por sua agente na França e pela editora Veneta, que o publica no Brasil.
Robert Crumb
TEMORES Em cartum de Robert Crumb, sua mulher, Aline, diz: 'Oh, meu Deus, seu desenho é pior que 'Charlie Hebdo'! Eles vão nos caçar! Quero viver para ver meus netos crescerem!'; Crumb responde que 'provavelmente já mataram cartunistas suficientes'
Robert Crumb
Tradução: Um cartonista acovardado - 'Hehe, estou brincando" Na verdade esta é a bunda do meu amigo Mohamid Baksh, um produtor de Los Angeles, Califórnia
Tradução: Um cartonista acovardado - 'Hehe, estou brincando" Na verdade esta é a bunda do meu amigo Mohamid Baksh, um produtor de Los Angeles, Califórnia

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2015/01/1573544-robert-crumb-homenageia-colegas-mortos-no-charlie-hebdo.shtml

Os 6 melhores aplicativos (Grátis) para criar mapas mentais!


Os Mapas Mentais são muito úteis na hora de organizar projetos maiores. Eles facilitam a organização, ajudam a estruturar as ideias e são uma excelente fonte de inspiração.
Eles começaram a ficar muito famosos há alguns anos a esta parte, principalmente devido à criação de aplicativos para esse fim. Foi a pensar em quem pretende criar mapas mentais no iPhone, no iPad, no Android ou mesmo no seu computador, que criamos esta lista com vários mapas mentais disponíveis para você usar!
Alguns são grátis, outros têm uma versão grátis e uma paga, mas o mais importante é escolher aquele que melhor se adequa ao seu método de trabalho. E lembre-se de uma coisa: tão importante como criar o mapa mental é depois partir para a ação e concluir o projeto que você quer realizar!

1. MindMesiter

mindmeister
Talvez o mais famoso dos mapas mentais, por inúmeros motivos. Em primeiro lugar porque ele é grátis. Em segundo lugar, porque ele funciona num sistema de Cloud Computing, ou seja, você só precisa de criar a sua conta e a partir daí poderá ter acesso a ela a partir de qualquer computador com ligação à internet.
Nós falamos um pouco sobre ele neste artigo por isso não vamos explorar muito mais este tema. Mas sem dúvida alguma que o MindMeister é uma opção a considerar. Se quiser explorar o aplicativo ao máximo, ai terá de adquirir um plano pago, mas o preço vale claramente aquilo que ele oferece.

Clique aqui para usar o MindMeister

2. Coogle It

Tal como o exemplo anterior, o Coogle It também funciona completamente online. Porém, o design dele é bem mais bem conseguido que o do MinMeister. Com ele, você apenas necessita de realizar o seu trabalho e depois exportar o ficheiro em PDF ou em JPG.
Ele ainda permite que seja realizado um trabalho colaborativo, sendo que ele faz o tracking de cada modificação realizada no Mind Map. Esta ferramenta de mapas mentais tem ainda algumas opções interessantes tais como o modo de “história”, onde você pode ver o que aconteceu nas várias modificações.

Clique aqui para usar o Coogle It

3. MindNode

mindnode para iPhone, Mac e iPadSó disponível para usuários Mac, iPhone e iPad, o MindNode é o aplicativo que eu pessoalmente uso e o que mais aconselho. Este aplicativo para Mapas Mentais fica sincronizado entre todos os aparelhos da Apple o que é uma grande vantagem. Além disso, ele também permite que você faça a sincronização através da Dropbox.
Depois de criar o seu primeiro mapa mental, você poderá adicionar imagens, links e utilizar shortcuts, que agilizam muito o seu processo de trabalho. Ele é realmente muito simples e prática de usar. Se você é uma pessoa que gosta muito de personalizar os seus mapas mentais, então esta é mesmo a melhor escolha para você.
Ele conta com uma versão grátis e outra paga.

Clique aqui para baixar o MindNode para Mac

4. StormBoard

Este é um Mapa Mental um pouco diferente, mas igualmente eficaz. Ao invés de ter várias ramificações – como os exemplos mostrados logo acima – o StormBoard opta por ter um quadro onde são realizadas várias anotações. O objetivo dele é ter um quadro de colaborações, onde várias pessoas podem inserir anotações, votar ou comentar cada ação. O plano grátis permite que exista um administrador e cinco membros da equipa. Já a opção de 5$ por mês permite 30 pessoas a trabalhar com o mesmo administrador.
Uma opção a experimentar, especialmente se tivermos em conta que o teste é completamente gratuito.

Clique aqui para experimentar o StormBoard

5. iThoughtsHD (mindmapping)

Disponível apenas para usuários do iPad, este aplicativo é semelhante aos primeiros três desta lista, mas com algumas vantagens. A primeira é permite gerar opções de apresentação em Power Point e Word. Ele também tem outros pormenores como a possibilidade de tomar notas em cada passo, de compartilhar nas mídias sociais ou até mesmo de enviar tarefas por email.
O objetivo do iThoughtsHD é mesmo tornar todo o processo mais rápido. Para isso, ele permite que você utilize TextExpanders ou insira documentos PDF dentro do próprio aplicativo, por exemplo.
Se você pretende criar Mapas Mentais através do iPad, esta é a melhor escolha.

Clique aqui para baixar o iThoughtsHD

6. Popplet

Popplet para criar mapas mentaisCom um design um pouco diferente, o Popplet está disponível para iPad, iPhone e iPod. Ele serve para criar projetos, criar galerias ou até mesmo estudar. A sua versão grátis permite criar apenas um mapa mental de cada vez, sendo que a versão paga não tem qualquer limitação.
Pelo que consegui testar do Popplet, ele parece ter um design um pouco mais “tranquilo” (mais ou menos ao estilo do design do Google) e está mais vocacionado para estudantes. Se quiser algo mais profissional, o MindNode é capaz de ser a melhor opção.

Clique aqui para baixar o Popplet

E você, qual desta lista mais gostou? Recomendaria mais algum?
Abraço,
Luciano Larrossa

http://www.apptuts.com.br/tutorial/ipad/aplicativos-gratis-para-mapas-mentais/

A grande ameaça do Facebook gratuito

novembro 4, 2014 09:04

A grande ameaça do Facebook gratuito


A gratuidade de redes como o Facebook e seu zero-rating (dados patrocinados) podem na verdade criar castas digitais, condenando pessoas à ignorância virtual com a descontextualização e o controle de informações que usuários podem receber
Por João Carlos Caribé, em Entropia!
A neutralidade da rede teve um dia especialmente dedicado durante o último Fórum de Governança da Internet em Istambul, três painéis foram dedicados ao assunto. O primeiro foi exatamente sobre Zero-Rating: Net Neutrality, Zero-Rating & Development: What’s the Data?, o segundo foi Network Neutrality: a Roadmap for Infrastructure Enhancement e, por último, a sessão principal Network Neutrality: Towards a Common Understanding of a Complex Issue. O tema zero-rating foi abordado nos três painéis.
Zero-rating, ou dados patrocinados, é a prática das operadores de redes móveis (MNO) e operadores móveis virtuais (MVNO) de não cobrar os clientes finais para um volume bem definido de dados de aplicações específicas ou serviços de Internet via rede sem fio da MNO em planos de dados limitados ou medidos e tarifas.
O preço desta gratuidade será muito elevado para os países em desenvolvimento.Eu percebo que os danos da taxa zero superam os benefícios, no Brasil, por exemplo, Facebook grátis refletiu numericamente as metas de inclusão digital do governo, mas, por outro lado, temos novos usuários condenados a ser analfabetos digitais eternos.
Imaginem as pessoas que sua primeira experiência com a Internet foi através de serviços zero-rating. Você deve admitir que há uma grande diferença entre a sua percepção da Internet, como imigrante digital, e a percepção de nativos digitais.Imaginem o tamanho da lacuna entre a percepção da Internet por alguém que foi “letrado digitalmente” com antolhos.
Os proponentes do zero-rating argumentam que o usuário tem livre escolha de conteúdos, mas como eles podem escolher entre opções que ele desconhece? Mais de 76% dos celulares são pré-pagos no Brasil, os menos favorecidos muitas vezes creditam valores baixos em seus celulares, e com pouca frequência, uma vez que eles podem continuar recebendo chamadas por meses sem qualquer valor de crédito. Mas com zero-rating podem acessar gratuitamente o Facebook, a sua visão de Internet. A qualquer momento, quando um link externo é clicado,uma mensagem informa ao usuário que se ele continuar será cobrado. Não é difícil imaginar o que este usuário vai decidir.
Por simplesmente limitar as possibilidades de acesso para um segmento da nossa sociedade, estamos criando um verdadeiro sistema de castas digital, onde os mais pobres serão condenados à eterna ignorância digital. Eli Pariser, em seu livro “The  Filter Bubble”, mostra como a personalização (a bolha) afeta a criatividade: limitar o “horizonte de soluções”, descontextualizar informações e reduzir as possibilidades de busca e de aquisição de mais informações. É necessário ter muito cuidado com a generosidade oferecida pelo zero-rating, o provedor de conteúdo pode criar um sistema de curadoria, proporcionando uma inclusão digital falsa, mas mantendo o controle das informações que os usuários podem receber, o nome disto é controle social.
A outra face desta ameaça já está em andamento no Chile, onde as empresas de telecoms estão dizendo que a neutralidade da rede é a razão do Chile ter “matado” o livre acesso à Wikipedia e Facebook. A perplexidade sobre essa compreensão é a tentativa de naturalizar o zero-rating, como conceito de acesso gratuito à Internet. Esta batalha virá em breve no Brasil com a regulamentação do“Marco Civil“, que pode proibir o zero-rating.
Movendo-se para a arena dos empreendedorismo, zero-rating é muito perigoso para a inovação, uma vez que o usuário não pode ver e experimentar novos projetos e serviços on-line até que o empreendedor faça um acordo zero-rating.

http://www.revistaforum.com.br/blog/2014/11/grande-ameaca-facebook-gratuito/

Filmar o êxtase

POR Bernardo Carvalho Bernardo Carvalho | 05.11.2014


Só tinha visto dois filmes do incensado diretor canadense Xavier Dolan (26 anos) quando resolvi dar uma chance à unanimidade da crítica e ir assistir a Mommy (prêmio do júri no Festival de Cannes deste ano), em cartaz em Paris e Bruxelas. Sei que é absurdo falar de filmes que as pessoas em geral ainda não viram e que não poderão ver nos próximos meses (o filme foi exibido no Festival do Rio; a estreia no Brasil está programada para 2015), mas este é um caso especial.


Cena do filme Mommy
A afetação do primeiro filme de Dolan que eu vi, Os amores imaginários, me irritou como fazia tempo eu não me irritava no cinema. Depois, assisti a Laurence Anyways, em São Paulo, e o filme me deixou de tal modo indiferente, que já nem me lembro do que vi. Eu tinha tudo para ignorar Mommy. Mas já na primeira cena, com a confusão de pontos de vista, quando a mãe do título assiste ao próprio acidente de carro, como se fosse uma espectadora fora da cena, para só voltar a si depois do fato consumado, entendi que estava diante de uma obra-prima.
Assisti a Os amores imaginários em Berlim, com legendas em alemão, que eu não falo, mas sem as quais seria impossível entender a língua falada pelos atores. Entretanto, mais difícil do que o calão quebequense (o mesmo falado pelos personagens de Mommy) era entender o que as pessoas viam naquele pedantismo amaneirado. A sorte é que não sou crítico de cinema, porque ali já devia estar anunciado, sem que eu pudesse ver, o que acabei reconhecendo boquiaberto em Mommy.
É verdade que Xavier Dolan não ajuda. O que ele tem a dizer em entrevistas é em geral afetado, pretensioso e fútil. Se antes de ir ver o filme, eu tivesse cometido a asneira de assistir à participação dele num programa de auditório muito popular da televisão francesa, por ocasião do lançamento de Mommy na França (o vídeo está disponível no YouTube), nada teria sido capaz de me convencer a lhe dar uma nova chance. Entrei no cinema porque tinha que fazer hora e estava passando na porta. Entrei pronto para sair no meio do filme, mas em menos de dez minutos já queria ficar para a sessão seguinte.
Poucos filmes resolvem tão bem a síntese entre forma e conteúdo, sem que o espectador deixe de perceber a autonomia dos dois. Mommy é projetado num quadrado, um quadro praticamente vertical, como a tela de um celular, no centro da tela horizontal e retangular da sala de cinema, o que remete à banalidade e à proliferação histérica e narcisista das imagens no mundo contemporâneo, com seus instagrams e selfies. A certa altura, porém, quando o espectador já entendeu o que está em jogo ali, que os personagens, massacrados pela vida, tentam sobreviver do jeito que dá, lutando contra condições adversas, com os instrumentos que encontram pela frente, eles vivem finalmente um intervalo de pura euforia, de bicicleta pelas ruas de Montreal. E nesse momento, quando o espectador também já se acostumou com aquele enquadramento peculiar como uma coisa natural, Dolan faz coincidir a forma do filme ao êxtase dos personagens em cena, dando um sentido maravilhoso à potencialidade do cinema e ao limite que ele tinha se imposto até então com o quadro vertical, que é o que afinal permite a passagem ao êxtase, também na forma. E, de repente, apenas por um instante, o que podia parecer gratuito e arbitrário, e que por hábito já estava se tornando natural, ganha outro sentido, maior do que a simples referência à banalidade das imagens no mundo contemporâneo. Um sentido ao mesmo tempo grandioso e simples. Tudo em Mommy diz respeito ao êxtase libertário desse instante, que não pode durar, mas que vale a vida ou um filme.
É difícil falar de um objeto assim, em termos genéricos e abstratos, sem descrever aquilo de que se fala, mas descrever, nesse caso, estragaria tudo. O filme conta a história de uma mãe e de um filho disfuncionais. Quando o filme começa, o menino está internado num reformatório e a mãe é chamada para levá-lo de volta para casa, porque já não podem ficar com ele, o menino acaba de atear fogo às instalações do internato, deixando um dos colegas gravemente queimado. O filme é a história trágica de um esforço e de um teste aos limites do amor. É a tentativa dessa mãe de salvar o filho da lei e da punição. A esse esforço vem se juntar uma vizinha afásica, ex-professora que perdeu a voz depois de um possível drama familiar e que está de passagem pela cidade, com o marido e a filha, em fuga de um passado que o filme não explicita. Durante as mais de duas horas de filme, os três vão se ajudar mutuamente, sem preconceitos, porque chegaram cada um por uma via a esse lugar da dor e da experiência onde os preconceitos já não são possíveis. E, por um instante, tudo vai parecer possível. Mas só por um instante, que é o que pode durar o êxtase e a liberdade.
A essa altura, comecei a me perguntar onde é que aquilo podia dar (porque só podia acabar mal) e comecei a temer pelo fim do filme. Acho que foi Godard (de quem Dolan é um admirador confesso) quem disse que não se termina um filme congelando o quadro, porque seria um final grosseiro e preguiçoso. O fim de Mommy contradiz Godard com um congelamento de outra ordem, que confirma mais uma vez a síntese entre a forma e o conteúdo desse filme que insiste em dizer o tempo inteiro que o êxtase só pode durar um instante. Dolan congela a liberdade antes que ela seja interrompida, no ar, antes de voltar a tocar o chão, antes de ouvirmos a voz de Lana del Rey, cantando “Born to Die”, um título tão eloquente para a ocasião. E não deixa de ser um final feliz, como só é possível no cinema.

http://www.blogdoims.com.br/ims/filmar-o-extase


Página não encontrada: sites usam humor para amenizar o erro mais famoso da web




http://tecnologia.uol.com.br/album/2012/12/10/404---pagina-nao-encontrada-sites-investem-em-humor-para-amenizar-o-erro-mais-famoso-da-web.htm?abrefoto=46#fotoNav=9